Sabemos quão importante é para os indivíduos,
sentirem-se integrados e harmonizados em seus ambientes
de trabalho, familiar ou social. Para isto é preciso
desenvolver certas capacidades adaptativas, entre elas
citamos a resiliência. Podemos defini-la como “uma
capacidade universal que permite ao indivíduo,
grupo ou comunidade, prevenir, minimizar ou ultrapassar
as marcas ou efeitos da adversidade” (GROTBERG,
1995).
Características da personalidade resiliente:
Criatividade, flexibilidade, capacidade de suportar a
dor, percepção de si e das partes da vida,
independência, auto-respeito, auto-estima, comunicatividade,
capacidade de aprender, empatia e autenticidade.
Na área da Saúde, o perfil do cuidador deve
contemplar as seguintes características:
1. Respeito pela sua saúde e pela do outro,
2. Flexibilidade,
3. Paciência e tolerância,
4. Empatia,
5. Auto-estima,
6. Auto-confiança,
7. Auto-determinação e autonomia,
8. Criatividade,
9. Capacidade de resignar-se,
10. Amor.
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O auto-conhecimento e auto-gerenciamento
das emoções permitem ao cuidador ajustar o
foco, distanciando-se do problema do outro, vendo o que
o mobiliza, sem distanciar-se na relação.
Em contra partida, o desenvolvimento da capacidade de resiliência
nos sujeitos ocorre a partir da mobilização e ativação
de suas capacidades de ser, de estar, de ter, de poder e de querer, bem
como de sua capacidade de auto-estima incorporada a sua personalidade.
Ajudar as pessoas a descobrir suas capacidades, aceitá-las e conformá-las
positiva e incondicionalmente é uma boa medida para torná-las
mais resistentes às adversidades da vida.
A resiliência emerge, hoje, como ponto de convergência para
as pessoas e organizações e como fator de equilíbrio
no estresse pessoal, laboral e social. |